Seu Power Apps não precisa ser feio
A maioria dos aplicativos Power Apps é cinza, apertada e ninguém gosta de usar, porque foram feitos sem design. O nosso diferencial é UX/UI de verdade: pesquisa com quem vai usar, protótipos validados e um design system próprio. O resultado são interfaces bonitas, intuitivas e que a equipe realmente adota.
Por que tanto app low-code nasce feio
O Power Apps não obriga ninguém a fazer telas ruins. O que quase sempre falta é a etapa de design. Quando o app é montado só pensando na funcionalidade, o usuário paga a conta, e a adoção despenca.
Sem pesquisa, sem contexto
Telas montadas por suposição, sem entender o dia a dia de quem usa. O app resolve o problema errado, ou do jeito errado.
Zero hierarquia visual
Tudo com o mesmo peso, cor e tamanho. O olho não sabe onde olhar primeiro e cada tarefa vira um esforço.
Componentes soltos e inconsistentes
Cada tela parece de um app diferente. Sem padrão de botões, espaçamento e cor, tudo transmite amadorismo.
Fluxos longos e confusos
Cliques demais para tarefas simples. O usuário se perde, comete erros e volta para a velha planilha.
UX/UI aplicado ao Power Platform
Tratamos cada app como um produto digital. Trazemos para o low-code o mesmo rigor de design de um aplicativo desenvolvido do zero, dentro dos prazos e do custo do Power Apps.
Pesquisa com o usuário
Entrevistas, observação e mapeamento de jornada para entender a dor real antes de desenhar qualquer tela.
Protótipos navegáveis
Você clica e valida a experiência antes de configurar o app. Ajuste barato no protótipo, não caro na tela pronta.
Design system próprio
Cores, tipografia, ícones e componentes padronizados. Todas as telas com a mesma cara profissional e consistente.
UI responsiva de verdade
Auto-layout e containers bem estruturados para o app ficar bonito no desktop, no tablet e no celular.
Acessibilidade (WCAG)
Contraste adequado, navegação por teclado e alvos de toque corretos. Um app que todo mundo consegue usar.
Métricas de adoção
Medimos uso real depois da entrega e iteramos. Design não termina no lançamento, evolui com dados.
Do problema à interface que a equipe ama
Um processo de UX enxuto, que roda em paralelo ao desenvolvimento e cabe no prazo de um projeto low-code.
Descobrir
Entrevistas com usuários, mapeamento da jornada e análise do processo atual. Entendemos a dor antes de propor solução.
Desenhar
Arquitetura de informação, wireframes e protótipo navegável. Definimos fluxo, hierarquia e o design system do app.
Validar
Testes com usuários reais no protótipo. Ajustamos o que confunde antes de configurar uma única tela no Power Apps.
Implementar
Construímos a UI no Power Apps fiel ao design, com componentes e temas. E medimos a adoção depois do lançamento.
Interface boa é retorno, não estética
Um app bonito e fácil de usar não é vaidade: é o que separa uma solução adotada de mais uma ferramenta abandonada.
De app ignorado a ferramenta do dia a dia
Um app de chamados que a equipe evitava, redesenhado do zero
O aplicativo já existia em Power Apps, mas era uma tela cinza cheia de campos, sem hierarquia, e a equipe preferia abrir chamado por e-mail. Fizemos uma auditoria de usabilidade, entrevistamos os usuários, redesenhamos o fluxo para menos da metade dos cliques e aplicamos um design system limpo com a identidade da empresa. Não trocamos a plataforma, só trouxemos UX de verdade, e o app deixou de ser evitado para virar o canal principal.
Dúvidas sobre UX/UI em Power Apps
Por que a maioria dos aplicativos Power Apps é feia?
Porque geralmente são construídos por perfis técnicos focados em fazer a funcionalidade rodar, sem uma etapa de design. O Power Apps não impõe interfaces feias: com as escolhas certas de layout, tipografia, cor, espaçamento e componentes, dá para criar experiências tão boas quanto apps desenvolvidos do zero. O que falta na maioria dos projetos é justamente o trabalho de UX/UI.
Dá para ter um Power Apps realmente bonito e profissional?
Sim. Usamos componentes customizados, containers com auto-layout, temas consistentes, ícones adequados e um design system próprio para deixar cada tela limpa e moderna. Na prática, a limitação quase nunca é a plataforma, e sim a ausência de design no projeto.
O que é design centrado no usuário na prática?
É desenhar a partir de quem vai usar. Fazemos entrevistas, mapeamos a jornada e as dores reais, prototipamos e testamos com usuários antes de configurar qualquer tela. Assim o app resolve o problema certo, do jeito que a pessoa espera, e a adoção acontece naturalmente.
Vocês fazem UX só em apps novos ou também redesenham apps existentes?
Os dois. Redesenhamos aplicativos Power Apps já em produção que ninguém gosta de usar, e também projetamos a experiência de apps novos desde o início. No redesign, começamos por uma auditoria de usabilidade e priorizamos as melhorias de maior impacto.
UX/UI não deixa o projeto muito mais caro e demorado?
Design bem feito costuma reduzir o custo total. Validar em protótipo é muito mais barato do que refazer telas já configuradas, e um app adotado evita o maior desperdício de todos: uma solução pronta que ninguém usa. A etapa de UX é enxuta e roda em paralelo ao desenvolvimento.
UX combina com o resto da plataforma
O design é a camada que faz o Power Platform ser adotado. Ele acompanha cada serviço que entregamos.
Tem um app que ninguém gosta de usar?
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